A economia mundial atravessa um dos mais difíceis momentos desde a Crise de 1929. Inflação, fracasso da Rodada Doha de liberalização do comércio, incontáveis dificuldades para fazer valer as metas de desenvolvimento humano e do Milênio, aquecimento global e fragilidade financeira nas principais economias do planeta marcam um momento em que os flagelos da guerra, da AIDS, da poluição e das carências educacionais parecem crônicos e irremediáveis.
Nesse contexto, a emergência da China como palco dos jogos olímpicos vem carregada de significados, impacto simbólico e lições de perseverança, mobilização e ousadia. O país é superlativo em tudo, diga-se a bem da verdade que tanto em aspectos louváveis quanto em dimensões inquietantes, mas é de longe a Nação que mais impetuosamente desafia uma herança milenar, uma população gigantesca e uma transformação sócio-econômica comparável apenas às grandes transições ocidentais do período renascentista e da revolução industrial.
Revolução silenciosa para uns, megapotência do Século 21 para outros, a China sem dúvida se reinventa e demonstra uma extraordinária capacidade de se reconectar de modo diferenciado aos processos de globalização econômica e cultural.
Para o Centro Cultural Bradesco, vivenciar as Olimpíadas de Pequim é também uma oportunidade extraordinária de tecer em nossas trilhas temáticas os três eixos que caracterizam nossa agenda de quase um ano de atividades: saúde e meio-ambiente, economia e política, arte e cultura. Nos três campos a China tem o que mostrar, ensinar, estimular, inspirar.
A persistência da raça
Peter Fry, professor de antropologia da UFRJ
17 de julho
18 horas
Medo do feitiço : relações entre magia e poder no Brasil
Yvonne Maggie, professora de antropologia da UFRJ
Memória e Lutas de Solano Trindade
Rachel Trindade e Vitor da Trindade
Palestra e transmissão do show ao vivo no Teatro Solano Trindade
Visão Crítica do Racialismo na História
Demétrio Magnoli, professor e editor do jornal “Mundo: Geografia e Política Internacional”
Transmissão ao vivo da Final do Festival HipHop Paulistano com Instituto Voz
O Centro Cultural Bradesco celebra em junho o Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil, promovendo um ciclo especial de oficinas, um curso de modelagem 3D e o “Rokugatsu Matsuri” ou “Festa Junina”.
A imigração japonesa ao Brasil tem seu marco na chegada do navio Kasato Maru em 1908, trazendo a bordo 781 pessoas. Os primeiros imigrantes tinham aportado pouco antes, em 1906, ano da chegada da primeira empresa japonesa ao país.
Atualmente, a colônia japonesa - imigrantes e descendentes - no Brasil é de cerca de 1,3 milhão de pessoas. O grupo de 1908 foi trabalhar em plantações de café no interior paulista. Durante a Segunda Guerra Mundial, as relações diplomáticas entre Brasil e Japão foram cortadas, seriam retomadas apenas em 1952, com a entrada em vigor do Tratado de São Francisco, restabelecendo a soberania ao Japão.
A segunda fase de relacionamento foi puxada pelo crescimento do pós-guerra e pela reconstrução da economia japonesa, logo associada a investimentos diretos no exterior pelas empresas do Japão. No Brasil,o Plano de Metas de Juscelino Kubitschek servia como fator de atração.
Nas décadas de 1960 e 1970, o Japão passou a buscar parceiros alternativos, procurando superar a estreita polarização da Guerra Fria. Mas foi nos anos 70 que o Brasil ganhou foro de região estratégica, com aumento significativo da presença de capitais japoneses no âmbito dos projetos de desenvolvimento do governo brasileiro. O resultado é que, entre 1951 e 1980, o Brasil foi um dos maiores recebedores de investimentos diretos do Japão, superado somente pelos EUA e pela Indonésia.
As “décadas perdidas” de 80 e 90 praticamente trouxeram uma estagnação desse relacionamento e retração dos investimentos. A crise da dívida externa, a hiperinflação e a incerteza política afastaram os investidores nipônicos. No Brasil, a crise gerou uma impressionante onda em sentido contrário, promovendo o surgimento dos “dekassegui”, trabalhadores nipo-brasileiros que já passam de 200 mil no Japão.
Já no final dos anos 90 e decididamente no século 21 abrem-se novas oportunidades, destacando-se a adoção pelo Brasil do padrão de TV digital configurado pela indústria japonesa. Os mundos virtuais, os mercados de conteúdos e tecnologias digitais surgem agora como interessante perspectiva para a renovação de laços culturais e de negócios.
Nada mais oportuno que celebrar a amizade entre japoneses e brasileiros, retomar essa história para promover uma reaproximação potencializada pelas redes digitais que superam distâncias e facilitam a gestão do fuso horário extremo entre os dois países.
Parabéns! Omedetô Gozaimasu!
Avatares do Centenário
Parceria do Bradesco com a Cidade do Conhecimento da USP
e iG, Kaizen Games, Metamidiadigital e Livraria Cultura
Oficinas, Curso e “Rokugatsu Matsuri” (Festa Junina)
Colaboração e Competição: Lições da História Japonesa
Maria Tereza Fleury, FEA-USP e Afonso Fleury, POLI-USP
10 de junho, 20 horas
Trabalho e Gênero no Japão
Helena Hirata, CNRS (Paris)
11 de junho, 17 horas
Jardim Japonês, Cerimônia do Chá, Estampas e Kimonos
Roseli Bizari
20 e 23 de junho, 20 horas
Japonesas em S.Paulo, Paris e Tóquio
Nadya Araujo Guimarães
17 de junho, 15 horas
A Escultura Budista
Fernando Carlos Chammas
18 de junho, 18 horas
Existe um modelo de produção japonês?
Mario Salerno, Engenharia de Produção, POLI-USP
27 de junho, 20 horas
Fomento a Conteúdo Digital: a experiência de Santo André
Edgar P. Cezar, Diretor de Relações Internacionais, Prefeitura de Santo André
26 de junho, 18 horas
Games e Economia dos Mundos Virtuais no Japão e na Ásia
Joshua Fouts, Dancing Ink, Nova York e Celso Singo, Fluxstreets, Tóquio
27 de junho, 20 horas
A Mulher Japonesa: Mitos e Ícones
Yumi Garcia dos Santos
30 de junho, 20 horas
CURSO LIVRE Modelagem 3D sobre o Centenário da Imigração Japonesa
Atividade oferecida por Bradesco e Cidade do Conhecimento da USP
em parceria com iG, Kaizen Games e Metamidiadigital
Objetivo: Introduzir conceitos, contexto histórico e perspectivas estéticas, tecnológicas e comerciais da produção audiovisual japonesa contemporânea voltada para os mercados de conteúdos digitais, promovendo a realização de oficinas práticas para a criação de conteúdo para o Second Life alusivo ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.
Aula 1: História da Cultura Japonesa - Mitos, Preconceitos e Perspectivas
Aula 2: Ideogramas e Iconografia Japonesa Contemporânea
Aula 3: História da Estética e do Audiovisual no Japão
Aula 4: Modelagem 3D no Second Life - primeiros passos
Aula 5: Inventário de objetos e vestuário
Aula 6: Criação e edição de objetos e adereços
Aula 7: Introdução à Programação LSL
Todas as aulas terão Exercícios e Pesquisas em Ilhas Temáticas Orientais.
Período de Realização: 8 a 14 de junho
Faça a sua Inscrição!
Locais de Realização: Centro Cultural Bradesco, Cidade do Conhecimento 2.0, Ilha da Imigração Japonesa e Ilha Búzios no Second Life
Rokugatsu Matsuri – Festa Junina
18 de Junho – 20 horas
Uma festa junina onde se misturam as tradições japonesa e brasileira. Caça ao Tesouro, Cosplay Digital e Concurso “Avatares do Centenário” com prêmios oferecidos pela Livraria Cultura!
Muitos profissionais cultivam uma “Second Life” ou “segunda vida” artística. Em junho, o Centro Cultural Bradesco inaugura um espaço para que esses talentos possam crescer e aparecer.
Luiz Tarcísio é um médico respeitado e com ampla experiência, mas também com talentos bossanovistas na composição e na interpretação. Boris Karlik é administrador de empresas, mas desde criança também se encantou com a Bossa Nova.
Para celebrar a Bossa Nova e juntar os amigos no Second Life, esses talentos cruzados estarão no Lounge Universitário do Centro Cultural Bradesco em junho.
Venha curtir a Bossa Nova recriada por talentosos profissionais no Lounge do Centro Cultural Bradesco.
Boris Karlik, 19 de junho, 21 horas.
Luiz Tarcisio, 26 de junho, 21 horas.
Maio de 68 - 40 Anos Mutantes Depois
O Centro Cultural Bradesco celebra o “ano que nunca acabou” com um ciclo de debates e exposições ao longo do mês de maio. Para abrir o ciclo, Renato Borghi, referência criativa no teatro brasileiro desde os inquietos anos 60. Sergio Dias, líder da banda “Mutantes”, revisita a história e as perspectivas de uma geração que ousou mudar o mundo num encontro-performance ao vivo no Lounge da Ilha Bradesco. Eugenio Bucci, jornalista e professor, discute as heranças de “maio de 68″ na cultura política, filosófica e social.
10 de maio, 14 horas
Abertura do Ciclo “Maio de 68 – 40 Anos Mutantes Depois”,
com Renato Borghi, ator e dramaturgo
13 de maio, 20 horas
Sergio Dias, líder da banda “Mutantes”.
No Lounge da Conta Universitária na Ilha Bradesco no Second Life.
23 de maio, 19 horas
Eugenio Bucci, jornalista e professor
Lançamento de Livros no Centro Cultural Bradesco
História da Paz
14 de maio, 20 horas
Bate-papo com os autores do livro organizado por Demétrio Magnoli, colunista do jornal “O Estado de S.Paulo” e editor do boletim “Mundo – Geografia e Política Internacional”. Ao Vivo, da Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
Democracia racial, do discurso à realidade
20 de maio, 21 horas
Bate-papo com o autor do livro, Vinicius Rodrigues Vieira. O livro resulta de pesquisas realizadas o programa programa “Raça, Desenvolvimento e Desigualdade Social”, sediado na Faculdade de Administração da USP em parceria com o “Center for Latin American and Iberian Studies” (Clais) da Vanderbilt University, em Nashville, EUA.
Brasil Globalizado
Bate-papo com os organizadores do livro, Octavio de Barros e Fabio Giambiagi.
26 de maio, 18 horas
Mundo Teatral
Novo ciclo traz ao Centro Cultural Bradesco os atores, diretores e técnicos de alguns dos principais espetáculos em cartaz no Brasil. Para abrir o ciclo, vamos promover a discussão da obra “Ensina-me a Viver”. Numa época marcada por notícias chocantes envolvendo amor, violência e família, o Centro Cultural Bradesco promove um encontro com o ator Arlindo Lopes que, ao lado de Glória Menezes, protagoniza “Ensina-me a Viver”, uma adaptação do filme “Harold and Maude”, de Colin Higgins, no Teatro FAAP, com direção de João Falcão.
Arlindo Lopes é carioca e fez sua estréia profissional nos palcos em 1999, com “Um Homem Chamado Shakespeare”, sob a direção da crítica de teatro Bárbara Heliodora. Participou de montagens marcantes como “Laranja Mecânica” , “Trainspotting” (Prêmio Shell de melhor direção), “Alice Através do Espelho”, “Marat-Sade” e”Fausto Gastrônomo”. Na televisão, partcipou de programas como “A Grande Família”, “A Diarista” e na minissérie “Amazônia”. Em cinema, participou do longa-metragem “Cazuza - O Tempo não Pára” de Sandra Werneck e Walter Carvalho.
Bate-papo com Arlindo Lopes sobre a peça “Ensina-me a Viver”.
Ao vivo, 19 de maio, às 20 horas, no Centro Cultural Bradesco no Second Life.
Por muitas vezes o usuário do Second Life fica com vontade de visitar um lugar diferente e repleto de outras pessoas para ver e ser visto. O problema é que dentro do programa, a opção “lugares populares” só indica os lugares com mais visitação, ou seja: espaços repletos de “camping chairs”, com avatares remotos para fazer dinheiro fácil, shoppings e salas de orgias. A Linden resolveu acabar com isso, e para valorizar lugares interessantes de verdade, lança a partir das próximas semanas uma nova ferramenta chamada Showcase.
A idéia e oferecer aos usuários uma lista de lugares indicados pelos próprios habitantes do metaverso e aprovados pela Linden. Em 2004, a empresa havia tentado uma tática semelhante aproveitando as dicas dos usuários, mas houve reclamações de “favoritismo” por parte da Linden. Para Jeska Linden, chefe de Desenvolvimento de Produtos, “pode parecer que estamos andando para trás, mas não é bem isso”.
O conceito de medir a popularidade por freqüência criou uma cultura de “dinheiro grátis” que incomodava os usuários sérios e estava longe do ideal do Second Life. Agora, a ferramenta divide os lugares para se visitar em categorias como músicas, arte, compras e eventos. Sendo assim, a informação é muito mais valorizada do que o “tráfego” de avatares, que pode crescer artificialmente com o excesso de “acampamentos de dinheiro” e pouca qualidade de desenvolvimento criativo.
A ferramenta Showcase estará disponível na versão “beta” dentro de duas ou três semanas para quem possui o client “release candidate”, e dentro de seis semanas estará funcionando plenamente em todas as versões do Second Life. A notícia surtiu um efeito positivo entre os usuários do mundo virtual que vêem nesta nova medida uma maneira coerente de acabar com os avatares “remotos” e estimular a exploração do metaverso.
Fonte: Second Life Informa, Blig.
Em 1968 o mundo começou a mudar, depois de um longo ciclo de prosperidade que se iniciou com a reconstrução econômica do pós-guerra. A geração do “baby boom” tinha menos compromissos e culpas, estava mais aberta para o futuro, mas era também a primeira vítima da primeira grande crise de valores e estruturas desde a vitória das democracias capitalistas contra os regimes totalitários do nazi-fascismo.
A construção de um pacto entre os aliados, comunistas e liberais, foi decisiva na vitória do capitalismo liberal, mas gerou também reações extremas e opostas tanto no campo do anti-comunismo quanto na busca de novas revoluções esquerdistas. Assim, a Guerra Fria foi também o período de incubação do amor livre e o espetáculo dantesco dos Gulags comunistas foi também contemporâneo da reinvenção do corpo, da cultura e do prazer.
Foram 40 anos mutantes, de gradual superação da Guerra Fria e surgimento de novos impasses, crises e rupturas. Na arte, na cultura, na política. Foi o período de amadurecimento de uma consciência “ecológica”, com expansão vertiginosa do movimento ambientalista após a queda do Muro de Berlim.
A herança e a perspectiva da “herança de 68″ serão debatidos ao longo de maio no Centro Cultural Bradesco, seja pela atualização do cenário da globalização, com o lançamento de dois livros que tratam da evolução das relações políticas e econômicas internacionais, seja pelo diálogo com lideranças que fizeram a diferença, como Sérgio Dias, líder da banda “Mutantes” que participa de um bate-papo no Lounge da Conta Universitária.
Sejamos realistas, vamos re-discutir o impossível.
Second Life: Imaginário X Simbólico X Real?
Em abril, uma oportunidade para os avatares se refletirem no espelho da psicanálise.
O Centro Cultural Bradesco, em parceria com o Instituto de Psicanálise Lacaniana, promove uma jornada de introdução à psicanálise de Jacques Lacan. As aulas serão transmitidas ao vivo para o Auditório da Ilha Bradesco.
Sábado, 12 de abril de 2008
O que é a psicanálise de Jacques Lacan?
Coordenação Geral: Jorge Forbes
Coordenação do Curso: Ariel Bogochvol
O curso apresenta, sinteticamente, os fundamentos do percurso de Lacan, iniciando com as formulações sobre a fase do espelho nos anos 30, analisa a virada estruturalista dos anos 50, quando Lacan formaliza o registro simbólico e efetua o ‘retorno a Freud’, e conclui com a torção promovida nos anos 70 pela experiência do real e pela abordagem topológica.
Para balizar esta trajetória, o curso se apóia nas noções de imaginário, simbólico e real – os três registros lacanianos - e na hipótese da existência, em Lacan, de duas clínicas: do Simbólico e do Real.
9h00 Quem foi Jacques Lacan?
Esboço de uma vida. A formação psiquiátrica, filosófica, literária. O retorno a Freud e para-além de Freud. Participação e ruptura com a IPA. Fundação e Dissolução da Escola Freudiana de Paris. Dissidências. A Escola da Causa Freudiana. A orientação lacaniana. Heranças. A psicanálise no mundo.
Jorge Forbes
9h45 Qual o percurso de Jacques Lacan?
Um percurso descontínuo. Lacan com e contra Lacan. Conservação e mudança de paradigmas. Periodizações do ensino. Imaginário, simbólico e real. Psiquiatria, etologia, antropologia, lingüística, lógica, topologia. Lacan e o pensamento contemporâneo.
Jorge Forbes
11h00 O Que é o Imaginário?
O eu na teoria freudiana. A fase do espelho. Narcisismo. O eu e o outro. Eu, eu ideal, ideal do eu. O eixo imaginário. O mundo animal. Intersubjetividade, Agressividade e Erotismo. A dialética do senhor e do escravo. Palavra vazia e palavra plena.
Elisabeth Almeida
11h45 O Que é o Simbólico?
A subversão do sujeito. A releitura estruturalista.. O Inconsciente estruturado como uma linguagem. O Inconsciente é o discurso do Outro. Um significante representa um sujeito para outro significante. As formações do Inconsciente. O Édipo não é anedótico, é estrutural A metáfora paterna e o nome-do-pai. Bejahung e Verwerfung. Clínica estrutural.
Claudia Riolfi
14h30 O Que é o Real?
A experiência do real no tratamento analítico. O real como impossível: o que não cessa de não se inscrever. O que não tem nome nem nunca terá. O objeto a e o real. Os paradigmas do gozo. Sintoma como gozo. Defesas contra o real. Para além do Inconsciente. Desabonados do Inconsciente. O analista como o real.
Ariel Bogochvol
15h15 A Primeira Clínica de Lacan
Retorno a Freud. As estruturas freudianas – neurose, psicose e perversão. Uma clínica do sujeito e do Outro. Uma clínica edípica: presença ou forclusão do Nome-do-Pai. As modalidades do desejo. O sintoma decifrável. O saber e a verdade. O sujeito suposto saber.
Leny Mrech
16h30 A Segunda Clínica de Lacan
Uma nova topologia. Para-além de Freud e para-além do Édipo. Pluralização dos Nomes-do-Pai. O que escapa à simbolização. O corpo que goza. O sintoma transparente e o sintoma opaco. O sintoma como gozo e como identificação. O Outro não existe, logo, a responsabilidade.
Jorge Forbes
17h15 As Direções do Tratamento
Diagnóstico e prognóstico. O percurso de uma análise. A entrada em análise. Retificação subjetiva. A transferência. Finalidades e finais de análise. O Desejo do Analista. Interrupções da análise. Efeitos terapêuticos rápidos. Práticas terapêuticas coletivas. Destinos do sintoma, do fantasma e da transferência. A análise didática. A experiência do passe. Escola e outras instituições.
Jorge Forbes
18h00 Conclusões e Debates
19h Encerramento
O Centro Cultural Bradesco promove eventos ligados à alma feminina no mês de março para comemorar o Dia Internacional da Mulher. Convidadas especiais participarão do ciclo “Mulheres: Arte e Cultura”, que pretende discutir o papel da mulher na sociedade e nas artes. A participação é gratuita e será transmitida em tempo real para os participantes do SL - os usuários poderão enviar perguntas e sugestões.
Vamos estender os debates para além da arte e incluir questões contundentes como a presença da mulher no planeta e suas contribuições à vida saudável, família, meio-ambiente e sustentabilidade. Produção de Ilana Marion.
07.03, às 20h – Graziella Moretto
Grazi é uma das mais celebradas atrizes da nova geração e autora de um livro marcante sobre a experiência da maternidade. Em “Onde Vende O Manual” (Panda Books), ela mistura o seu bom humor característico a uma narração nada fantasiosa ou romântica sobre o passo-a-passo da gestação e da maternidade.
11.03, às 20h30 – Cristina Fonseca
Estudiosa do cinema, autora de livros sobre a história da sétima arte no Brasil, roteirista e diretora de obras como “Biblioteca Mindlin”, Cristina Fonseca é uma respeitada artista e pensadora que vai examinar em sua oficina os desafios da produção audiovisual contemporânea, a presença da mulher “por trás das câmeras” e a importância do cinema como expressão da identidade cultural brasileira.
18.03, às 20h – Ilana Kaplan
“Xuxa em Sonho de Menina”, “A Diarista”, “Os Normais”, “Sai de Baixo”, “Terça Insana” …Ilana Kaplan é integrante obrigatória na cena televisiva e teatral brasileira do século 21, combinando a verve humorística com uma fortíssima presença dramática. Numa palavra, versatilidade. Esse é o tema central do encontro com Ilana no Centro Cultural Bradesco, onde as semelhanças entre viver vários papéis e assumir-se como “avatar” no Second Life serão examinadas com humor, inteligência e criatividade.
25.03, às 21h – Laura Finocchiaro
As raízes de Laura Finocchiaro não estão no Rio Grande do Sul, de onde ela saiu em 1993 para ganhar o mundo. Ainda que guarde uma leve pegada gaúcha quando seus dedos deslizam pelo violão, a essência da música de Laura Finocchiaro está no tempo. Com 23 anos de carreira, Laura construiu uma história sem paralelos no cenário nacional transformando cada momento de sua vida em expressão musical, seja como cantora, compositora, guitarrista, produtora ou arte-educadora. Laura faz o show de encerramento, ao vivo, do ciclo “Mulheres: Arte e Cultura”, intercalando sucessos ao violão e guitarra com opiniões sempre contundentes sobre política, educação, amor e sexualidade feminina.

